Quase 20 anos e três gerações se passaram desde que Cristiano Ronaldo apresentou ao público o então novo Suzuki Swift. A linha seguiu em frente - e agora existe uma quarta geração para conhecer.
O novo Swift continua baseado na plataforma Heartect do modelo anterior. Por isso, as medidas mudam muito pouco, assim como a silhueta e as proporções gerais.
Design externo do novo Suzuki Swift
Apesar de manter a “cara” conhecida, as mudanças aparecem com facilidade no visual, especialmente na dianteira. O modelo adota uma frente redesenhada, com faróis de estilo mais atual, novas luzes diurnas em LED e uma grade com formato diferente.
Na traseira, há lanternas novas, mas uma das alterações que mais chamam atenção em relação ao antecessor é a realocação da maçaneta da porta traseira. Nesta quarta geração, ela sai da coluna C e passa para um lugar mais tradicional, alinhada com a maçaneta da porta dianteira.
Ainda assim, fica a impressão de que o novo Suzuki Swift se aproxima mais de uma reestilização profunda do que, de fato, de uma geração totalmente nova.
Interior e multimídia do Suzuki Swift
Por dentro, as mudanças são mais evidentes. O destaque vai para a inversão de posições entre as saídas de ar centrais e a tela sensível ao toque do sistema de infoentretenimento. O display cresce para até 9" e agora fica no topo do console.
Curiosamente, o quadro de instrumentos - embora redesenhado - segue analógico. E, mesmo com as novidades, alguns elementos parecem ter sido reaproveitados do modelo anterior, como os comandos dos vidros elétricos e o volante.
Novo motor e tração integral continua a estar disponível
Uma das principais novidades do novo Suzuki Swift está sob o capô. O motor a gasolina Z12E entra no lugar do antigo K12D: mantém 1,2 l de cilindrada, mas passa a ter três cilindros em vez de quatro. De série, ele vem acompanhado de um sistema mild-hybrid de 12 V (chamado de SHVS).
As especificações finais ainda não foram divulgadas, mas a promessa é de potência e torque em linha com o atual motor de quatro cilindros, só que com melhor consumo de combustível e menores emissões. Ao mesmo tempo, deve entregar respostas mais rápidas aos pedidos do acelerador.
Como já é tradição desde o primeiro Swift, a nova geração segue oferecendo, como opção, a tração integral AllGrip. Em pisos com menos aderência, o sistema consegue enviar torque para as rodas traseiras automaticamente.
Para completar o pacote, o novo Suzuki Swift traz uma lista generosa de assistentes de condução. Entre eles está o DSBS (Dual Sensor Brake Support), que é um sistema de frenagem autônoma de emergência capaz de detectar pedestres e ciclistas.
Além disso, há um novo assistente de permanência em faixa, um sistema de monitoramento do motorista (com uma câmera instalada no painel de instrumentos) e recursos como reconhecimento de placas de trânsito, detecção de ponto cego e alerta de tráfego traseiro, por exemplo.
Quando chega?
O novo Suzuki Swift tem chegada prevista a Portugal na primavera do próximo ano, mas ainda não há preços definidos.
O modelo inicia sua trajetória comercial em “casa”, no Japão, ainda neste mês de dezembro, apenas com transmissão automática CVT, a opção mais popular por lá. Em janeiro, será a vez da versão com câmbio manual (cinco marchas) chegar ao mercado.
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